terça-feira, janeiro 10, 2006

Dias como estes

10:00
- toca o despertador

10:01
- acordo de um sono profundo como eu já não me lembro de ter, na mesma posição em que me deitei. Desligo o despertador.

10:02
- Mudo de posição. Sabe bem. Mas doem-me as costas. Aconchego o edredon.

10:03
- A dormir de novo

10:30
- Toca o alarme do telemovel

10:31
- Telemóvel cai ( mais uma vez ) da mesinha de cabeceira ao tentar desliga-lo. Desligou-se.

10:40
- Levanto-me, depressa de mais para o sangue chegar à cabeça e quase que caio para o lado.

10:41
- Visto o roupão castanho verde cinza às riscas e calço o chinelo ao xadrez castanho verde cinza.

10:42
- Higiene matinal em ritmo arrastado

11:10
- Ponho uma musiquinha para espevitar. Vestir.

11:15
- Elevador para a garagem com uma torrada na boca e cabelo no ar.

11:25
- Got luck! No traffic. Estaciono o carro.

11:27
- metro

11:37
- faculdade

11:38
- 'Bom dia, quero um café e uma garrafa de água'.

12:00
- Biblioteca

12:03
- Estudar

13:00
- Estico as pernas e troco de posição

13:03
- Estudar

14:00
- Pausa

14:02
- Café e jornal

14:45
- Pôr a conversa em dia com os colegas

14:46
- Biblioteca. Regresso ao estudo

16:00
- Comer qualquer coisa no bar

16:30
- Regresso ao estudo

18:00
- Regresso a casa

18:50
- Trânsito. Chego a casa.

19:00
- Limpar lareira

19:10
- Ir buscar lenha à garagem

19:20
- Acender lareira.

19:30
- Merda para a lareira

19:35
- Aquecer o jantar

19:40
- Desligar o cerebro no sofá ( Morangos com açucar :)

20:00
- Jantar

20:30
- Tirar a mesa. Arrumar a loiça

20:40
- Sofá. Mas que linda lareira, tão quentinha.

21:10
- Mudar de posição no sofá

21:40
- Esticar as pernas no sofá

21:55
- Só mais um bocadinho

22:04
- Quarto. Acendo a luz do tecto, a da parede, mudo os candeeiros até a luz me agradar, crio o ambiente, ligo a musiquinha, arrumo qualquer coisa.

22:15
- Estudar

23:00
- Estudar (Indigente)

00:00
- Estudar (Grande sofá)

00:50
- Pausa

01:00
- Estudar (Alta tensão)

02:00
- Desligo o rádio. Estudar.

02:30
- Cama

02:35
- Um pouco de jornal

02:45
- Um pouco de revista

03:00
- Um capítulo do livro de cabeceira

03:30
- Aconchego. Abro um pouco a perseana. Apago a luz.

03:35
- rrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr

terça-feira, novembro 15, 2005

aberto até de madrugada

Arrasta-se o frio pela manhã, assim que se soltam os primeiros raios de sol, e parece que nenhum sol aquece este mundo. Não se ouvem os pássaros. Não se ouvem os carros. Não chove. Não consigo dormir, um pouco mais. A luz está longe demais para a acender, teria que tirar todo o meu braço despido para o frio, e em vez disso enrolo-me melhor no cobertor e espero pela luz do dia que vai chegando devagarinho e vejo o desenvolver das sombras à minha volta e vejo que não, este não é o meu quarto.
Lembro-me das travessuras da noite anterior, dos risos e sorrisos, dos abraços e dos finos. Não foi mau, podia ter sido pior, já no final em atropelo mental provocado pelo alcool, mas correu bem.
O remorso do dia a seguir deu-me algum sossego fisico e uma tarde no sofá a ver os últimas últimas novidades em filmes, ouvir uma música agradável aos ouvidos, relembrar o que foi outrora um convivio familiar entre amigos que tanto gostava e agora sinto falta. O verdadeiro não fazer nada durante horas, embrulhados em mantas de pernas para o ar deitados no sofá. O melhor momento.
Esta noite foi tranquila, agradável. Quebra Costas, o sorriso ao rever caras conhecidas.
O "passeio" de uma hora pela cidade porque nos enganamos no autocarro; o vinho do S. Martinho oferecido pela amiga juntamente com o chá que me trouxe o marido do Kenya; O jantar com comida alternativa muito bem confessionada ao ritmo de música da Bolivia a onde recentemente viajaram; Outro jantar desta vez nas cantinas onde decorria a semana da gastronomia angolana e fomos assim presenteados com um prato de Kululu, de aspecto indescritivel e de sabor inesquecivel (ninguém comeu) lol ;O ratinho que mais parece um coelho de tão grande que está...
Tudo está diferente, as coisas, as pessoas, mas sabe bem ver que algumas coisas continuam na mesma.
"Ainda é friorento?" e
"já arranjou a rapariga?",
"Os rapazes gostam que venha cá, e está mais magrinho..."
Dito carinhosamente pela senhora que é quase a mãe da casa...
Sempre muito tolerante... também é preciso um grande espírito aberto para nos aturar :)

segunda-feira, novembro 07, 2005

inversus

editorial:

"O outro lado.
A outra face de nós e do Mundo.
De cada espaço e de cada homem. Da música, cinema
e teatro. Da literatura e da pintura. Uma estrada onde
abraça o desconhecido e a liberdade. Uma brecha onde o líquido da
vida não se estanca nem se nega.

«Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o negro sobre o branco. E os pontos sobre os 'is' em detrimento de um redomoinho de emoções. Justamente as que resgatam o brilho dos olhos, sorrisos dos bocejos. Corações aos tropejos e sentimentos» Nas palavras de Pablo Neruda o prazer de viver nasce das escolhas de novos caminhos. Começa na negação de cada rotina mental. Prolonga-se na vontade de ver o sonho crescer. «Morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito, repetindo todos os dias os mesmos trajectos.»

Por cada momento em que se recusa a vontade, em que se mata a ternura, em que se tenta limitar a alegria e a tristeza, há um sentimento que morre, uma célula emocional que não se renova, um número que nunca passa do papel, uma vida que nunca sai do caixote.

«Respira, inspira esse ar. Não tenhas medo de te preocupar. Parte mas não me deixes sozinho. Olha em redor, escolhe o teu próprio caminho. Pois por muito que vivas e por mais alto que voes, e as vezes que sorrires e as lágrimas que chorares, aquilo em que tocares e aquilo que vires, é tudo o que a tua vida será» A incitação a tocar o mundo, pela voz de Roger Waters. Pela alma de Dark Side Of The Moon.
A procura de um outro lado que pode estar em qualquer lado."

Inversus, uma revista a descobrir
tiragem trimestral e publicação gratuita

quinta-feira, novembro 03, 2005

fruit salad, Tokio

Há quem diga que é a minha segunda casa...
E, realmente, a par com pálácio de cristal, é o síteo, sem ser a faculdade ( fica bem dizer ), aonde passo mais tempo.
Quer seja como abrigo da chuva, ou do mau génio matinal, saciante da barriga esfomeada de cultura, a fnac é sempre um bom síteo para quedar o corpo arrastado inconscientemente até à sua morada.
Primeiramente, logo após entrar, lança-se um olhar panorâmico sobre a ala, ou sacode-se o capote dado à intempérie, e pega-se num rompante gesto no programa da quinzena, desfolhando-o até ao dia presente para ver que entretenimento nos calhou na cartola para a data em questão. Entretanto dou por mim na outra ponto do outro lado da casa cultural sem saber como fui lá parar ou quantas pessoas atropelei pelo caminho, e logo eu que ando sempre atento às outras pessoas quando não ando distraído.
Câmara digital, bonita bonita; uma de filmar, mais linda mais linda; o jeitoso leitor de mp3, em todas as cores para dar com as meias do dia, e com o cachecol, e a bandolete; o pc portátil também já se agradecia... ai a ganância, ai a desventura se eu tivesse mais uns trocos, ou se fosse afurtonado por um prémio monetária do sorteio numérico da moda. E depois lá me consciencializo e lembro daquela frasezita que vi já não sei em que parede, e logo eu que me lembro, por que gosto, das frases de intervenção urbana, menos quando me esqueço. E dizia: 'Pobres daqueles que querem ser ricos ' e assim me contento com tudo aquilo que me é dado a conseguir pelo meu próprio esforço e assim também me apercebo que já ando a pastar há tempo demais.
Vou à secção dos livros e como dois. Um de design de interiores, soube-me bem; outro de fotografia, soube melhor. Insatisfeito, mudo de armário e vou buscar uma estória infantil, com desenhos catitas, uma banda desenhada conhecida, mais uns livritos ilustrados ou outro de poemas, publicidade, desenhos para t-shirts, fotos de biclas do século anterior, selos da antiguidade, casas da china, chinocas vestidas, paisagens despidas, tatuagens nos síteos mais recondidos do corpo humano e não só... tudo numa misturadora, agitar bem, deixar assentar durante dois minutos e depois enfiar tudo de uma vez sem se preocupar com a linha.
Já em orbita com milhares de ideias para mudar o mundo e também a minha vida, vou ouvir umas musiquitas para acalmar a ansia, e convencer-me que eu não vivo assim tão mal e que apesar de não levar nenhuma vida de artista, sempre dá para ir fazendo umas coisitas que me dão realmente muito prazer e já trago comigo uma caixinha de sensações fortes que tenho vindo a colecionar ao longo dos anos.
Ouço umas novidades, vejo mais uns cd's, mais uns dvd's, umas edições especiais, umas raridades inadiáveis, respiro, inspiro, 'eu sou feliz eu sou feliz', digo com força para mim para não me deixar levar pela gula mental que às vezes me invade.
Café. Copo de água. Uma tarde bem passada.

terça-feira, outubro 04, 2005

sputnik

Acordo, sem saber porquê, e quando recupero a cabeça lá desligo o despertador, ainda sem me aperceber por que raio o despertador esta a tocar às 8 da manhã, tendo hoje uma manhã dedicada ao ócio.
Minutos mais tarde lá me lembrei do fenómeno natural. Abro a perseana. O sol já espreita. Regulo o despertador para as 8.30, e ponho os óculos de marciano ( à prova das mais terriveis radiações solares, com um tempo de exposição não superior a 5 minutos com intervalos de descanso de 30 em 30 segundos, aprovados e certificados pelas entidades reguladoras, com o dístico suplementar 'isto não é um brinquedo' não fosse a criança mais imprudente pensar que aquilo eram uns óculos para ver em 3 dimensões ou o adulto mais lascivo pensar que eram uns revolucionarios óculos que veem por debaixo da roupa das senhoras ( ou já agora dos senhores, que isto agora já não se sabe); é referido também que ' não use em movimento' se bem que eu não compreendo este parâmetro porque eu sempre os usei nas minhas viagens intergalácticas pelo universo fora e nunca tive nenhum problema, se bem que, e agora que penso melhor sobre o assunto, isto não se vê lá muito bem, ou melhor, não se vê um palmo à frente dos olhos quando em utilização no presente planeta, mas deixo-vos dizer que uma vez atravessada a a atmosfera funcionam perfeitamente, como uns vulgares óculos de sol, só que com mais estilo, para além de terem sido uma verdadeira pechincha na feira transluno-bissolárica e interplanetárico-galáctica rotacional (ainda não me adaptei bem ao conceito) onde havia de todo o tipo de artefacto desde raridades ciêntificas de há uns milénios atrás que agora tinham a possibilidade de se adaptar a um museu, como a rxz.9000, uma aeronave toda construída à barbatana ( o equivalente ao 'feito à mão' nacional ) com a o arranque dos zero à velocidade da luz em apenas 3 ns ( nanosegundos = 1x10^-9 s) em liga de siloficu, material com capaciades magnéticas inovadoras ( para a altura que era do ano intergaláctico 142.578.768.876.527.8891.984 a.b.b. ( after big bang ) ou seja uma antiguidade; havia também alguns instrumentos de caracter sexual ( ou assim o pareciam, também não me aproximei dado o aparato da coisa pois havia demonstrações e estavam lá duas lesmas gigantes e outros que pareciam sapos terrestres mas com cabeça de louva a deus a fazer umas coisas esquisitas com os ditos objectos cuja a compreensão não conseguiu atingir; e então, foi numa secção de moda e estilo espacial que encontrei os ditos óculos catalogado como 'P(x)=30.e^x.emc/#Y' ( a matemática é a linguagem universal) lá carreguei no botão e selecionei Láctea, Via. Depois escolhi o sistema solar e deu logo o país de origem que era Marte. Cliquei na Terra e em apareceu na linguagem do planeta: super fashion retro trendy marcian sunglasses. 'fashion e retro' = compra. Ainda tinha dinheiro para uma nave espacial mas depois não me cabia na garagem e resolvi esperar até acabar o curso. Ainda comprei uma t-shirt catita que dizia nas costas: 'Earth, where eating your own species ain't crime' com um camarão gigante na frente.
Lá acordei outra vez já eram 8.37h, deitadinho na cama, com tudo escuro à minha volta. Rodo ligeiramente o pescoço e lá está ele, o grande astro, uma bola cor de laranja com uma dentada no lado, havia começado o fenómeno natural 'Corpo Luminoso Incoberto Pela Sombra Estranha' cujo acrónimo origina a palavra clipse, nome comum do fenómeno que em liguagem corrente falada toma o nome de eclipse ( a origem desta palavra remota dos primordios da lingua falada 'olha, olha, é um clipse, é um clipse' com o decorrer dos tempos o 'um' caiu em desuso e ficou só ' é clipse, é clipse' que veio a sofrer uma contração que originou a palavra actual).
Acompanhei da janela por cima da minha cama as fases iniciais do eclipse desde a dentada no queijo, passado pela fase do pac-man, até à quase totalidade, altura em que me levantei em meu roupão, e assiti em directo de Bragança na televisão à união do anel que colmatava o eclipse anelar total. Fui então, eu e a minha mãe, para a varanda, em grande estilo como uma familia avant gard, a assitir ao total (que era parcial no Porto) ao eclipse anelar, sorrindo com maravilha com ar embasbacado e de alegria, comentando, 'Daqui a 23 anos vemos o próximo'. Assim o espero.

quinta-feira, setembro 29, 2005

1ª edição

Episódeo 2 da série 1 : Diário de um cavalo

7:00 _

Primeiro acordar. rolo e rebolo para os outros 2 metros de cama e embaraço-me no lençol, tento à força libertar-me, enervo-me em gestos violento e saltos de foca, estou livre. Abro os olhos. Já se nota alguma luz no quarto. Estico o braço fora do quente e levanto a persiana.

7:05 _

O sol nasce no cimo dos eucaliptos. Com os olhos entreabertos, olho o azul pintado de todas as cores dos primeiro raios de sol. respiro.

7:08_

Fecho a perseana e volto a dormir.

9:00_

Segundo acordar. A minha irmã bate com a porta de casa ao sair depois de tomar o pequeno almoço. O sono bom acaba aqui.

9:15_

Ligeiro adormecer.

9:30_

Acordo com um barulho qualquer de um carro, ou da vizinha, ou do avião, ou do cão, ou do berbequim no andar de baixo, ou o alarme de um carro, ou o meu irmão a sair...

10:00_

pi pi pi pi pi pi pi pi pi pi pi pi pi pi p... desligo o despertador com algum custo

10:01_

Uma tonelada de perguiça abate-se sobre mim

10:15_

cú cu cú cu cú cu cú cu... desligo o alarme do telemovel

10:30_

Arrasto o corpo fora da cama: primeiro uma perna, depois outra (...) lá me consigo levantar... venho buscar a cabeça depois.

11:00_

Saio de casa já lavadinho

11:05_

verifico o nível do oléo e da água do carro.

11:07_

acrescento água ao radiador

11:10_

direcção Porto

11:30_

sorte: pouco transito e o 'meu lugar' de estacionamento não estava ocupado.

11:35_

inicio de aula

12:40_

fim de aula

13:00_

esqueço o almoço e vou para a biblioteca Almeida Garrtett no Palácio de Cristal a ver as revistas do mês: wallpaper, número, umbigo, o jornal...

14:30_

Café e copo de água no café dos jardins do palácio

15:30_

aula

17:00_

fim de aula

17:20_

artes em partes: vejo a programação do Passos Manuel para Outubro, mais uns concertos marotos no Porto Rio ( aos quais não devo ir da a fobia que desenvolvi de estar de dentro de barcos que estão no rio cheios de pessoas malucas a assistir a um concerto - Porto Rio... um dia ganho coragem...) subo as escadas: Cocktail Molotof. Entro.

19:00_

Saio do Cocktail molotof com menos um meio do ordenado minimo.

19:00_

rendéz-vous point: estádio do Salgueiros ( antiga morada )

19:05_

chega a minha irmã, deixo o carro e vamos às compras

19:20_

Continente das Antas, Shopping Dolce Vita

21:00_

Compras feitas, ensacadas e já no carro. Rumo em direcção ao salgueiros, troco de carro e rumo a casa

21:30_

Casa. descarregar as compras, arruma-las, preparar algo rápido para comer e depois comer.

21: 45_

Primeira refeição do dia juntamente com 'O Cofre'

22:00_

Sofá

23:00_

mudar de posição

23:20_

quarto, ligar o radio 90.0 música para os meus ouvidos, e arrumar o quarto.

23:22_

Apanho uma toalha do chão, o resto desvio do caminho

23:23_

quarto arrumado

23:25_

preparo as aulas do proximo dia

23:40_

deito-me em cima da cama a ouvir uma música e ler uma revistinha

24:00_

tiro o lixo da carteira :

* Santos - horario - desatualizado - lixo
* talão multibanco - levantamento - lixo
* talão multibanco - levantamento - lixo
* talão multibanco - carregamento de cartão tmn 25euro - guardo
* talão multibanco - movimento de conta - lixo
* talão multibanco - compra - lixo
* talão multibanco - movimento de conta - lixo
* talão multibanco - pagamento - lixo
* talão multibanco - transferencia - guardo
* bilhete de cinema - cidade do Porto - de tanto bater o meu coração parou - guardo

interrupção para procurar no monte de lixo o talão do pagamento

encontrei

* talão multibanco - pagamento água - guardo
* talão multibanco - compra Cocktail Molotof no valor de ***,** euros ( objecção de consciencia não dixa por o valor) - guardo o talão religiosamente
* talão de compras Continente Antas CC Dolce Vita Porto:

Pargo 0,590 kg
Robalo 0,567 kg
Dourada 4,98 kg
Agua Luso x6
Amaciador roupa assim sim
super pop
mimosa magro x6
cadernos capa preta x3
guardanapos
bolacha maria
bolacha fruit vita
broa lamego
pão tigre
danone magro liquido
iogurte magro
cogumelos x2
natas agros x2
atum bom petisco x2
sabonete dove
pasta colgate
frango do campo
sabão clarim
cenoura embalagem 1kg
maça starking 1, 72 kg
banana importada 1,20 kg
couve coração 0,98 kg
salmão posta 0,98 kg
bifana assar 0,90 kg
bifana assar o,87 kg
queijo flamengo barra 0,39 kg
fiambre nobre 0,26 kg
oregãos
bifana febra 1,06 kg

total 90,01 eurios

guardo para mais tarde fazer as contas...

24:30_

Acaba a novela e começa um filme

02:30_

cama

02:35_

leio mais um capitulo do livro de cabeçeira

03:00_

pouso o livro, primeiro adormecer ligeiro

03:10_

apago a luz